suspensao

Como manter a estabilidade do veículo e a suspensão em dia

Por: Gabriela Rabinovici

O sistema de suspensão é composto por diversos componentes, entre eles, amortecedores, molas, batentes, coxins e bandejas. Estes itens absorvem os fortes impactos das pistas irregulares, sendo responsáveis pela estabilidade do veículo e por aumentar o atrito entre os pneus e o solo, garantindo também, a segurança e conforto dos ocupantes do carro.

O que muitos não sabem é que o bom estado dos componentes da suspensão depende da forma com que o motorista conduz e cuida do carro. Trafegar frequentemente por vias esburacadas, passar por lombadas em alta velocidade, transportar cargas em excesso e rebaixar a suspensão são algumas das práticas a serem evitadas.

O prazo das manutenções também deve ser respeitado. Revisar todo o sistema é muito importante para manter a correta estabilidade do veículo e evitar diversos problemas como: ruídos, direção “puxando” para um lado, vibrações no volante e vazamento de óleo do amortecedor. O ideal é verificar o conjunto a cada 10 mil ou 15 mil quilômetros, assim como alinhar a direção e balancear as rodas.

Siga essas dicas:

- A troca preventiva dos amortecedores é indicada antes dos 40 mil quilômetros. Para as molas helicoidais, a substituição é feita com 60 mil quilômetros e para os feixes de mola aos 70 mil quilômetros;

- Fique de olho nos pneus. Desgaste irregular pode significar que há falhas na suspensão. Neste caso, leve imediatamente o veículo a uma mecânica especializada;

- Evite trafegar por vias esburacadas;

- Reduza o excesso de carga no veículo;

- Evite passar por lombadas na diagonal;

- Não rebaixe o automóvel.

Procure um profissional de confiança para realizar a manutenção do sistema de suspensão do seu carro. A Widmen é a mecânica geral mais indicada, que possui as melhores marcas de bandejas de suspensão do mercado. Visite uma de nossas unidades localizadas no Rio de Janeiro e Niterói. Esperamos por você!

Leia mais:

Amortecedor danificado causa cansaço do motorista:

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Qual é a diferença entre alinhamento e balanceamento?

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rodas de liga leve

Por que não usar rodas trincadas e amassadas

Por: Gabriela Rabinovici

Embora as rodas passem por testes de impacto, desgaste, choque térmico e resistência a agentes químicos, elas não estão livres de sofrerem trincas e amassados. Buracos nas vias e falta de cuidado na hora de estacionar, causando impacto, são as principais causas de danos nas rodas.

Para danos leves, como arranhões e pequenos amassados, o motorista pode ficar tranquilo, pois há solução. Geralmente, lojas especializadas retiram o jogo de rodas para o conserto. A parte arranhada é lixada, pintada e envernizada, já os danos superficiais são soldados. No entanto, é importante saber que quando há rachaduras profundas, o recomendado é comprar rodas novas.

Isso porque, as trincas representam maior risco, pois podem ficar escondidas sob o pneu e acabar causando sérios acidentes, além disso, a estrutura da roda acaba não tendo a mesma resistência e a qualidade do material também não será a mesma. Muitas empresas não têm os equipamentos corretos para identificar se o problema foi solucionado.

Vale lembrar que não é possível recuperar as rodas de ferro caso estejam amassadas. Apenas rodas de liga leve.

Dica:

Para garantir maior segurança e evitar prejuízo, dirija sempre com cautela. Ao estacionar, procure colocar o carro a 30 cm do canto da calçada, dessa forma, evita-se a temida arranhada. Lembre-se que um jogo completo de rodas de liga leve pode custar até R$ 5 mil.

Atenção!

Ao trocar as rodas do carro é importante respeitar as medidas e especificações indicadas pela montadora, do contrário, o veículo poderá ter a segurança na suspensão comprometida e desgaste prematuro dos pneus.

Ao adquirir novas rodas opte sempre pela qualidade e caso as rodas dos seu carro necessitem de reparo, vá até uma mecânica especializada de confiança como a Widmen!

Saiba mais:

4 fatos sobre as rodas de liga leve:

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Balanceamento, alinhamento e cambagem: quando verificar?

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pastilhas de freios

5 dicas de cuidados com as pastilhas de freio

Por: Gabriela Rabinovici

O sistema de freios foi projetado para dar segurança e o máximo de rendimento ao carro. Ele tem a função de dissipar a energia cinética acumulada no veículo, parando-o ou reduzindo a sua velocidade. Entre os componentes desse sistema estão as pastilhas.

Elas são responsáveis por fazerem o carro parar com segurança ao entrarem em contato com o disco de freio. Com o tempo sofrem desgaste e se não forem substituídas podem causar acidentes. Conheça os principais cuidados com os itens:

1 – Utilize sempre pastilhas originais e indicadas pela montadora. Marcas desconhecidas podem ter qualidade inferior e serem incompatíveis com o modelo do seu carro;

2 – Ao fazer a troca das pastilhas, opte pelas metálicas ou cerâmicas, pois possuem maior durabilidade e eficiência;

3 – Troque as pastilhas sempre por eixo, ou seja, troque o par de pastilhas dos dois lados, para não causar falta de estabilidade na hora da frenagem. Geralmente o jogo de pastilhas é fornecido com quatro componentes;

4 – Verifique o empenamento do disco e retifique ou troque se necessário, para não causar trepidações no pedal de freio e desgaste irregular das pastilhas novas;

5 – Depois de realizar a troca das pastilhas, não utilize os freios de forma brusca nos primeiros 500 quilômetros rodados.

Atenção!

Os principais sinais de pastilhas gastas são ruídos metálicos, barulhos nos pneus dianteiros e redução do poder de frenagem. Ao notar qualquer anormalidade, procure um profissional especializado.

Manutenção periódica:

Geralmente, a revisão das pastilhas de freio deve ser feita a cada 10 mil quilômetros e a troca antes dos 20 mil quilômetros. Decisões certas resultam em bons investimentos e mais segurança! Faça a manutenção preventiva e a troca das peças do sistema de freio do carro com os profissionais certificados da mecânica geral Widmen.

Fique por dentro:

Quando utilizar os freios do carro?

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Confira quais carros precisam de cambagem:

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Bugatti Veyron

Troca de óleo que custa quase R$ 80 mil? Só se você for dono de um Bugatti Veyron

Por: Gabriela Rabinovici

Considerado um dos carros de rua mais rápidos do mundo, o Bugatti Veyron é o sonho de consumo de muitos, mas faz parte da realidade de poucos. Isso porque a supermáquina pode custar até 10 milhões de reais e o valor da troca de óleo também é astronômico: R$ 78 mil pelas cotações atuais. Vale lembrar, que a troca de óleo de um carro popular no Brasil, sai por volta de 100 reais.

O preço é justificado pelas várias horas que a equipe de mecânicos leva para desmontar a parte traseira da carroceria e assim ter acesso ao motor. Além disso, o cárter de um carro comum tem um bujão para escorrer o óleo, do Bugatti possui 16 bujões, além de comportar nada menos do que 16 litros e meio.

Idealizado por Ferdinand Piëch, ex-chefe da Volkswagen e lançado em 2005, o Veyron possui um motor de oito litros com dezesseis cilindros, quatro turbos, mais de 1.000 cavalos e é capaz de superar os 400 km/h, chegando aos 100 km/h em apenas 2,46 segundos. Dez radiadores mantém o conjunto mecânico na temperatura ideal e o motor consome nada menos que 75 litros de combustível por hora.

Ele possui mais de 20 edições especiais, além de permitir a personalização, através de uma gama de materiais, texturas e cores. No entanto, o custo com a manutenção pode passar dos 800 mil reais anuais.

Conheça outros valores:

- Revisão anual – cerca de 115 mil reais;

- Jogo de 4 pneus novos – cerca de 126 mil reais. (A troca do conjunto é recomendada a cada 4 mil quilômetros);

- Troca do jogo de rodas – cerca de 191 mil reais. (A troca é recomendada a cada 3 substituições do conjunto de pneus);

- Seguro – entre 115 mil reais e 191 mil reais.

É preciso considerar também os gastos com combustível.

Saiba mais:

Troca de filtro do ar-condicionado evita danos ao veículo:

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Como proteger o carro das altas temperaturas do verão?

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MANUTENCAO-DO-AR-CONDICIONADO-CARRO

Troca de filtro do ar-condicionado evita danos ao veículo

Por: Gabriela Rabinovici

O ar-condicionado é um item indispensável no carro dos brasileiros, principalmente, em dias quentes e de chuvas torrenciais, no entanto, para garantir o bem-estar dos ocupantes e prolongar a vida útil do componente é preciso cuidar do equipamento como um todo, e isto inclui a troca do filtro.

O papel do filtro do ar condicionado, conhecido também como filtro de cabine é filtrar o ar externo, purificando o ar no interior do veículo.

Embora a substituição do item não seja obrigatória nas revisões, ela faz toda diferença, pois um filtro em uso há muito tempo, aumenta o consumo de combustível, piora a qualidade do ar que circula na parte interna do carro e ainda reduz o desempenho do ar-condicionado.

Além disso, pó, fungos e bactérias se acumulam no interior da peça, podendo causar não só a obstrução dos tubos da câmara de refrigeração, mas também danos à saúde, por isso, fique atento aos sinais como mau cheiro e falhas e opte sempre pela troca do filtro e higienização do sistema. O mau odor, também pode estar associado à falta de limpeza dos filtros e das bandejas da evaporadora do sistema.

Quem costuma trafegar por estradas de terra, deve redobrar a atenção com esse item, pois pistas com muita poeira, geram maior acúmulo no filtro, fazendo-o se degradar mais rápido do que aquele utilizado a maior parte do tempo na cidade.

Quando trocar?

É importante verificar a indicação do fabricante do veículo. Em média, a recomendação é a substituição na faixa dos 10 mil quilômetros rodados.

Atenção!

Lembre-se que quanto mais cuidados com o veículo, mais economia e segurança o motorista terá, além disso, um carro conservado possui maior vida útil e valorização na revenda.

Para garantir o perfeito funcionamento do ar-condicionado faça a higienização e a troca do filtro na Widmen mais próxima de você!

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Depois de desligar o carro, é normal ventoinha continuar funcionando?

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A importância do filtro antipólen:

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alinhamento Widmen

Alinhamento no eixo traseiro é necessário?

Por: Gabriela Rabinovici

O alinhamento, conhecido também como geometria, trata-se do ajuste dos ângulos das rodas que devem estar perpendiculares ao solo (ângulo de 90º em relação ao chão) e paralelas entre si, evitando assim, um desnível entre os lados do veículo.

Colisões, mudanças na suspensão e desgaste nos pneus estão entre os motivos que alteram o alinhamento da suspensão dianteira e podem provocar o desgaste prematuro nas peças.

E aí surge a dúvida: além do alinhamento dianteiro, é preciso fazer alinhamento traseiro também?

A maior parte dos automóveis compactos e médios só recebe alinhamento nas rodas dianteiras, no entanto, quando a suspensão traseira é independente (a mais comum é a multilink), o carro precisa estar com as rodas alinhadas às do eixo dianteiro em relação a linha imaginária central do veículo.

Caso estejam desalinhadas, o volante não ficará centralizado durante a condução, provocando desgaste prematuro dos pneus. Versões do Volkswagen Golf e do Ford Focus, por exemplo, precisam alinhar os braços da suspensão traseira, pois podem perder a regulagem original.

Quando fazer?

O serviço é indicado a cada 10 mil quilômetros ou quando for feita a troca dos pneus, após uma batida mais forte das rodas em algum buraco ou meio fio, após mudanças na suspensão, quando a direção puxar para a esquerda ou para a direita, quando houver trepidação das rodas ou quando o volante estiver duro.

Atenção!

Não protele o serviço. O alinhamento é um procedimento simples, feito em cerca de 30 minutos.

Aproveite para acertar a calibragem e verificar com o profissional especializado se há necessidade de realizar também o balanceamento, serviço importante para garantir o conforto na condução e manter o desempenho dos pneus.

Faça o alinhamento nos eixos dianteiro e traseiro na oficina mecânica especializada Widmen. Aqui você encontra profissionais certificados para realizar manutenções periódicas com excelência.

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A importância da manutenção do veículo:

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Protetor de cárter: quando usar?

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cambagem

Confira quais carros precisam de cambagem

Por: Gabriela Rabinovici

Manter a correta geometria do veículo é essencial para garantir mais segurança e uma boa dirigibilidade. Para que o peso do carro esteja distribuído corretamente sobre a banda de rodagem é preciso que o câmber, como é chamado o ângulo de inclinação da roda, esteja bem ajustado.

As alterações no ângulo podem acontecer quando costuma-se trafegar por vias esburacadas, quando há colisão com um obstáculo ou quando são feitas mudanças na suspensão.

Mas quais carros necessitam fazer a cambagem?

A resposta é todos que apresentarem danos no conjunto de suspensão. O procedimento é indicado também após a troca dos pneus ou quando eles apresentam desgaste irregular, quando há vibração no volante, quando o veículo está puxando para algum lado ou caso o motorista esteja com dificuldade para manter a trajetória e também há cada 10 mil quilômetros ou como indicado no manual do fabricante.

No entanto, após o carro sofrer algum tipo de impacto na suspensão, não aceite fazer a cambagem imediatamente. Consulte uma mecânica especializada em rodas, pneus e suspensão para analisar o problema e ver se é necessário trocar algum componente do sistema.

Atenção!

- Dirija com cautela! Pequenos impactos podem causar grandes estragos. Cuidado com o choque do pneu com calçadas, assim como buracos na pista. Dirigir bruscamente fazendo curvas e manobras forçadas sobrecarrega a suspensão e a direção, desalinhando os pneus;

- Lembre-se que quando as rodas estão desalinhadas, há o desgaste anormal dos pneus e isto propicia um maior consumo de combustível, além de instabilidade, aumentando o risco de acidentes;

- A calibragem também precisa estar em dia, assim evita-se o desgaste prematuro dos pneus e o consumo maior de combustível.

Seguindo todas essas dicas, nenhum carro precisará fazer a cambagem.

Problemas com a geometria do seu carro? A oficina mecânica especializada Widmen possui profissionais certificados para realizar manutenções periódicas com excelência.

Fique por dentro:

4 fatos sobre as rodas de liga leve:

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Dicas para economizar na hora da compra dos pneus:

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carro suspensão

Barulho na suspensão? Revisão geral pode identificar a causa

Por: Gabriela Rabinovici

Quem nunca teve problemas com ruídos no veículo sem saber o porquê? Muitas pessoas ao ouvir o barulho na suspensão, acreditam que é proveniente do amortecedor, mas só um check-up completo feito por um profissional especializado pode diagnosticar o problema.

Além dos amortecedores, outros componentes da suspensão como molas, buchas, coxim do amortecedor, braço oscilante ou bandeja, pivô, batente e barra estabilizadora podem sofrer avarias devido aos impactos provocados pelas irregularidades da pista.

O batente, por exemplo, quando comprometido, gera ruídos e acelera o desgaste da mola e amortecedor. Vale mencionar ainda, que o sistema de direção também deve ser inspecionado para que sejam identificados possíveis problemas.

O bom estado dos componentes da suspensão também depende da forma com que o motorista conduz e cuida do carro. Entre as principais dicas para conservar o sistema de suspensão estão:

- Evitar trafegar por vias esburacadas;

- Reduzir o excesso de carga no veículo;

- Evitar passar por lombadas na diagonal;

- Não rebaixar o automóvel.

Atenção!

Alguns motoristas ignoram os sinais e preferem continuar a trafegar com ruídos no veículo. Isso pode ser perigoso e custar caro, pois um simples problema não resolvido a tempo pode implicar na troca de todos os itens da suspensão. Além disso, há risco de provocar desgaste precoce nos pneus, problemas na direção, desconforto e riscos para os ocupantes do veículo. Evite deixar a revisão completa para ocasiões pontuais, como uma viagem, por exemplo.

Lembre-se: se o veículo possui mais de 40 mil quilômetros rodados ou caso apareça algum ruído suspeito no seu carro, o melhor a fazer é ir de imediato à uma mecânica geral. Suas informações serão cruciais para o profissional achar a origem do ruído mais facilmente.

Evite ruídos desagradáveis! Faça a manutenção periódica do seu veículo na Widmen! Estamos localizados no Recreio, Barra, Botafogo, Tijuca e Niterói.

Saiba mais:

Desgaste na embreagem: como evitar?

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Amortecedor danificado causa cansaço do motorista:

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placa-mercosul

Placa padrão Mercosul é adiada para junho de 2019

Por: Gabriela Rabinovici

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) voltou a adiar a implantação das placas padrão Mercosul. Esta é a quinta mudança no cronograma de adoção da placa no Brasil. O último prazo estabelecido pelo órgão era 31 de dezembro de 2018, agora só deve acontecer a partir do dia 30 de junho de 2019.

Os estados, portanto, terão mais um semestre para se adequarem à norma, que deverá ser aplicada no registro de novos veículos ou no caso de transferência ou substituição das placas antigas.

Porém, os Detrans poderão começar a utilizar as novas placas antes desse prazo. O Rio de Janeiro foi o primeiro Estado a adotar as novas placas padrão Mercosul. Amazonas, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Bahia também já utilizam as novas placas.

Objetivo:

A padronização dos modelos de placas automotivas de países-membros do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela) tem como objetivo proporcionar mais segurança, dificultar a clonagem de placas, evitar os roubos de carga, agilizar os trâmites alfandegários e facilitar a integração de bancos de dados entre esses países. Vale mencionar que o Brasil é o terceiro país do Mercosul a adotar a placa. Uruguai (2015) e Argentina (2016) foram os dois primeiros.

Características das novas placas:

O novo padrão de placas conta com fundo branco, sete caracteres (quatro letras e três números), margem azul superior, emblema do Mercosul à esquerda, nome do país ao centro, bandeira nacional à direita, linhas onduladas horizontais e marcas d’água com a logo do Mercosul gravadas na película refletiva.

A fim de dificultar a clonagem de veículos e facilitar a identificação de bens roubados, as novas placas vão contar com QR code e chip de identificação. Além disso, a categoria dos veículos poderá ser identificada através da cor dos caracteres: preta (particulares), vermelha (comerciais ou de aprendizagem), azul (oficiais), verde (de teste), dourados (diplomáticos) e prateados (de coleção).

Saiba mais:

Detran-RJ divulga regras de licenciamento anual para 2019:

https://www.widmen.com.br/dicasautomotivas/detran-rj-divulga-regras-de-licenciamento-anual-para-2019/

Como funcionam os radares de velocidade?

https://www.widmen.com.br/dicasautomotivas/como-funcionam-os-radares-de-velocidade/

licenciamento-anual

Detran-RJ divulga regras de licenciamento anual para 2019

Por: Gabriela Rabinovici

As novas regras do Detran para os procedimentos para o licenciamento anual obrigatório já estão valendo. Agora, a vistoria será exigida apenas para os automóveis submetidos a transferência de município, estado ou propriedade, além de veículos coletivos de passageiros (ônibus, micro-ônibus e veículos de carga e de transporte escolar.

Os demais estão dispensados da inspeção, mas seus proprietários deverão pagar as taxas de licenciamento e de emissão de documento. A nova regra estabelece que, ao efetivar o serviço, os clientes automaticamente reconhecerão que seus veículos estão em perfeitas condições de conservação, aptos a trafegar.

As medidas estão previstas na Lei 8.269/2018 e no decreto 46.549, baixado pelo governador Wilson Witzel em 1º de janeiro, e foram regulamentadas pelo Detran através de uma portaria publicada no dia 11 de janeiro de 2019.

Agendamento prévio:

O serviço de licenciamento anual será feito a partir do agendamento prévio pelo site do Detran-RJ ou pelo serviço de teleatendimento do órgão (3460-4040 ou 3460-4041, na região metropolitana, e 0800-020-4040 ou 0800-020-4041, no interior). O veículo não precisará passar pela vistoria dos itens de segurança.

Essa inspeção veicular foi abolida pelo governo do estado em dezembro do ano passado. Mas o dono precisará comparecer a um posto do órgão para a emissão e a entrega do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), que teve a taxa da emissão do documento suspensa. Esse documento poderá ser pego numa das 170 unidades de atendimento da vistoria do Detran-RJ.

Valor:

O agendamento será efetuado após o pagamento da taxa de licenciamento, através da Guia de Recolhimento de Taxas (GRT), e do seguro DPVAT. A GRT custará R$ 144,68 e corresponde aos serviços de licenciamento e fiscalização.

Calendário para emissão de CRLV:

Para distribuir a demanda e evitar filas, o Detran continuará adotando o calendário de licenciamento segundo a placa dos automóveis. Assim, os proprietários daqueles com final 0 deverão providenciar o CRLV do ano até 31 de maio.
Veículos com placa de final 1 e 2 terão de estar com seus documentos emitidos até 28 de junho. Em seguida, será a vez dos veículos com placa terminando em 3 e 4, com prazo até 31 de julho.

Aqueles com final 5 e 6 deverão ter o CRLV emitidos até 31 de agosto. Os que tiverem placas terminando em 7 e 8 terão de estar com o licenciamento regularizado até 30 de setembro. Por fim, os com final 9 deverão ter o CRLV regularizado até 31 de outubro.

Para mais detalhes, acesse: https://bit.ly/2RGDdw9

Conte com a Widmen para realizar a revisão do seu carro e evite surpresas desagradáveis no trânsito.

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Confira 10 dicas de bom comportamento no trânsito:

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Como solicitar a CNH especial?

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